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Marmitas de Gigante do Caima


Onde a água molda a pedra

As pessoas dizem que "cair constantemente desgasta a pedra". Isto é o que acontece com as caldeiras gigantes, moldadas pelas águas do rio Caima, que não começa muito longe daqui. Perto de nós surge o leito do rio, estreito e com paredes íngremes, montado no substrato rochoso. A erosão e o transporte de sedimentos às vezes ocorrem abruptamente. As chaleiras gigantes são o resultado dessa dinâmica fluvial, depressões mais ou menos redondas, perfuradas pela água no granito da Serra Freita.


As chaleiras são originadas das irregularidades dos leitos rochosos dos rios. Retêm alguns sedimentos ao seu redor. O acúmulo de sedimentos vai causar um momento de redemoinho da água, cuja energia cinética proporciona um movimento circular. Pouco a pouco, devido ao atrito, os sedimentos cavam um buraco mais ou menos circular no leito do rio Caima, e são mantidos dentro deles. Com o passar do tempo, as depressões aumentam e as pedrinhas que estão dentro tornam-se cada vez mais esféricas.


Essas depressões estão sempre voltadas para cima e podem aparecer sozinhas ou em grupos. Com o tempo, as depressões se tornam mais profundas e maiores, e às vezes podem coalescer umas com as outras, formando canais progressivamente mais profundos - canais de drenagem de água.


As caldeiras gigantes do rio Caima tornam-se cada vez maiores à medida que nos aproximamos da Frecha da Mizarela. Isto é devido a um ligeiro aumento da inclinação do rio, causando o aumento da velocidade da água e uma maior capacidade erosiva, como consequência, existem maiores "chaleiras".

Informações úteis

Mizarela - União de Freguesias de Albergaria da Serra e Cabreiros
891 m
40,5148 | -8,16573

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